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Reuniões & Encontros

CONGRESSOA ARAN vai reunir os seus associados num Congresso Automóvel marcado para o dia 18 de Junho no Hotel Áxis Vermar, na Póvoa do Varzim, onde vão ser debatidos temas de capital importância para o sector pós-venda automóvel.

Este evento surge num período difícil para a economia portuguesa. “É importante que as pessoas aproveitem ao máximo o seu tempo e procurem obter a maior rentabilidade possível do seu trabalho. De facto, a produtividade é um factor muito importante de rentabilidade. Trabalho, aperfeiçoamento e dedicação são a única forma de ter sucesso nos momentos que vivemos. Este vai ser o grande apelo do congresso Automóvel da ARAN”, diz António Teixeira Lopes, Presidente da Associação.

A análise ao estado da reparação europeia e quais as tendências futuras serão analisados pelo especialista francês François Passaga, Director-Geral do Grupo GIPA.

Trevor Jones, responsável pela consultora ASE, um dos nomes mais respeitados da consultoria automóvel  mundial, vai fazer uma radiografia ao presente e futuro do sector.

Outro tema que promete prender a atenção dos congressistas, que no ano passado foram cerca de 500, vai ser o dedicado aos veículos usados.

Antes das perguntas e respostas finais dos associados da ARAN, será descrito o CASA – Centro de Arbitragem do Sector Automóvel.

 

Oferta de convites para assistir ao Congresso da ARAN:

O JORNAL DAS OFICINAS tem 10 convites para oferecer aos leitores que pretendam assistir ao Congresso da ARAN. Para tal, apenas tem de nos enviar um e-mail a solicitar o convite, indicando o seu nome e empresa onde trabalha. Os dez primeiros e-mail recebidos na nossa caixa de correio, serão os premiados com a oferta do referido convite.

Os e-mail devem ser enviados para:

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PROGRAMA DO CONGRESSO DA ARAN:

Data: 18 Junho 2011 – Hotel Axis Vermar – Póvoa do Varzim

11H00 – Recepção dos congressistas

11H15 – Certificado Digital

Por: Ana Paula Esteves

12H45 – Almoço (opcional)

14H30 – Boas vindas e início dos trabalhos

15H00 – O automóvel e a situação económica do país

Por: Pedro Gil e João Luís de Sousa

15H45 – O automóvel e a reparação

Por: François Passaga

16H15 – projectos ARAN

Por: António Teixeira Lopes

16H45 – Coffee Break

17H00 – O negócio Automóvel – Presente e Futuro

Por: Trevor Jones

17H45 – O usado como alternativa ao automóvel novo

Por: Rui Claro e Diogo Pinto

18H30 – Garantia do Usado

Por: Responsável da DECO

18H45 – Centro de Arbitragem do Sector Automóvel

Por: Responsável da CASA

19H00 – Perguntas e respostas

19H30 – Cocktail de encerramento (opcional)

 

 

JOSEP-BOSCHNa convenção anual da AD International, que decorreu em Bruxelas, a 28 de Abril deste ano, o presidente da AD Parts foi eleito o Profissional de Pós-Venda 2011. Escolhido entre seis candidatos do Grupo ADI, Josep Bosch manifestou o seu contentamento pela distinção, que considera não serem muito frequentes, no seu caso. De qualquer modo, acrescentou que irá continuar a fazer a mesma coisa ou algo parecido nos próximos 10 -15 anos e recordou que nos últimos dez anos a empresa aumentou consideravelmente a sua actividade e tem excelentes perspectivas de negócio para realizar no futuro. Com 26% dos votos expressos pelos presentes e pela Internet, Josep Bosch superou outras candidatos fortes, como François Augnet (TRW). Robert Hanser (Bosch) Gennady Korolkov (AD Rússia) Olivier Roux (AD France) e Michael Soding (Schaeffler Group).

No que respeita ao mercado de pós-venda, o presidente da AD Parts referiu que a fragmentação do mercado é inevitável, mas não constitui um problema. Quando ao pós-venda de veículos eléctricos e híbridos, Josep Bosch afirmou que as peças só deverão começar a chegar aos armazéns daqui a dois ou três anos, o que permite reagir adequadamente às exigências do mercado. " Temos que estar sempre muito atentos às peças de substituição, porque a chave do negócio é não chegar muito cedo, nem muito tarde, mas um pouco antes da concorrência ", afirmou o galardoado. Num tom irónico e bem humorado que o caracteriza, Josep Bosch " acusou " os colegas de terem escolhido o candidato mais velho e não o melhor, afirmando que vendeu a primeira peça da sua vida em 1951. " Desde então choveu muito! ", referiu irónico, acrescentando: " Podeis estar tranquilos, porque este negócio nunca acaba. Isto vai continuar por muitos anos e vamos todos viver isso juntos ".
DECISORESA crise no sector automóvel vai agravar-se, nos próximos anos, em Portugal, contrastando com a tendência de crescimento do resto da Europa, no entanto, o mercado português é mais receptivo à utilização de veículos verdes do que os restantes mercados europeus – estas são duas das principais conclusões do Barómetro Corporate Vehicle Observatory 2011 (CVO), um estudo elaborado pela Arval, empresa de Grupo BNP Paribas especializada no negócio automóvel de Aluguer Operacional e Gestão de Frotas, em parceria com a CSA, empresa especializada em estudos de mercado.

De acordo com o documento, que pretende antecipar e divulgar as principais tendências na gestão de frotas automóveis empresariais, as médias e grandes empresas portuguesas prevêem reduzir em 3% as suas frotas em três anos enquanto as congéneres europeias consideram aumenta-las em 14%. As micro e pequenas empresas nacionais indicam também uma redução de 4% em três anos enquanto as europeias apontam para um crescimento de 10%.

Contudo, esta assimetria em relação à dimensão das frotas não se verifica no que diz respeito à pressão dos custos nas mesmas. Todas as empresas nacionais inquiridas, assim como as suas congéneres europeias, indicam um aumento da pressão dos custos nas frotas, sendo que em Portugal esta previsão é significativamente mais moderada no segmento das grandes empresas.

Os resultados do Corporate Vehicle Observatory 2011 (CVO Portugal) mantém-se a par da tendência europeia também no que diz respeito à desvalorização do mercado de usados, com 39% dos decisores nacionais a preverem esta redução de valor e apenas 17% a indicarem o inverso.

Relativamente aos métodos de financiamento, o mais utilizado pelas empresas portuguesas na gestão das suas frotas continua a ser o Aluguer Financeiro (46%), enquanto o Aluguer Operacional (AOV) é a opção preferencial das grandes empresas e parece ser a solução mais procurada quando a complexidade de gestão é mais exigente, atingindo 45% de penetração.

Mercado de Híbridos e Eléctricos com maior potencial de crescimento em Portugal

De acordo com o barómetro CVO 2011, 26% das médias e grandes empresas nacionais prevê aumentar o número de veículos híbridos/eléctricos nas suas frotas enquanto apenas 10% das suas congéneres europeias demonstram essa intenção. No entanto, e quando se consideram todos os segmentos, os decisores Portugueses mostram-se alinhados com o resto da Europa.

De salientar ainda que, entre os híbridos e os eléctricos, os portugueses ainda preferem os híbridos com percentagens de 32% para os híbridos e de 6% para os eléctricos, dados relativos às médias e grandes empresas. Uma situação facilmente explicável pelas dúvidas que o mercado ainda demonstra em relação à eficiência dos eléctricos, com 48% das médias e grandes empresas portuguesas a demonstrarem alguma preocupação em relação à capacidade dos eléctricos se adaptarem às suas necessidades ou em relação a possíveis dificuldades em encontrarem oficinas e técnicos com conhecimento sobre este tipo de automóvel, de forma a garantir prováveis reparações ou mesmo uma simples manutenção.

O estudo foi realizado em 15 Países, entre Janeiro de 2011 e Março de 2011, envolveu empresas de todas as indústrias que utilizam veículos corporativos e foram realizadas 4 518 entrevistas telefónicas.

Curiosidades:

• Duração média de uma frota:

• Um número crescente de decisores prevê o aumento da duração média de utilização das viaturas (passageiros e comerciais ligeiros)

• As decisões em relação à gestão das frotas empresariais são da responsabilidade da direcção das empresas, tanto em Portugal, como na Europa.

• Micro/pequenas empresas portuguesas – 92%

• Média/grandes empresas portuguesas – 61%

• Micro/pequenas empresas europeias – 83%

• Média/grandes empresas europeias – 50%

• A maior parte dos utilizadores não tem qualquer possibilidade de escolher o veículo que lhe é concedido pela empresa. Apenas nas médias e grandes empresas europeias, 13% e 23% dos inquiridos podem optar perante uma lista limitada.

• As frotas destinam-se na sua maioria aos funcionários que ocupam cargos técnicos e comerciais tanto em Portugal como na Europa. Nas média/grandes empresas nacionais 46% dos veículos são para os detentores de cargos técnicos e 24% para a área comercial. Na Europa, os números são de 31% e 32%, respectivamente.

• O Aluguer Financeiro (46%) continua a ser o método de financiamento mais utilizado pelas empresas portuguesas, enquanto o Aluguer Operacional (AOV) é a opção preferencial das grandes empresas, atingindo 45% de penetração

• Empresas portuguesas prevêem transversalmente um aumento da pressão dos custos na frota, sendo que esta previsão é significativamente mais moderada no segmento das grandes empresas

• 39% das médias e 34% das grandes empresas portuguesas afirmam que o valor residual do mercado de usados vai descer, enquanto apenas 17% e 12%, respectivamente, defendem o contrário

• 26% das grandes e médias empresas portuguesas estimam em três anos utilizar veículos híbridos a diesel e 6% veículos eléctricos enquanto as suas congéneres europeias não ultrapassam uma previsão de 10% e 3%, respectivamente.

Sobre o CVO

O Barómetro Corporate Vehicle Observatory (CVO) foi criado em 2002 pela Arval França, abrangendo hoje a análise dos mercados de 15 países, a saber: Portugal, Espanha, Reino Unido, França, Suíça, Bélgica, Alemanha, Itália, República Checa, Polónia, Grécia, Índia, Turquia, Brasil e Russia.

O estudo deste ano foi elaborado entre Janeiro e Março de 2011 e contemplou 4 518 entrevistas telefónicas a responsáveis de empresas de diferentes dimensões. Portugal contribuiu com uma amostra de 1 205 entrevistas realizadas a quadros superiores de empresas.

ENTRADACerca de uma centena de empresários debateram em Lisboa "Internacionalização das Empresas Ibéricas e Novas Tecnologias do Automóvel e do Ambiente". Portugal e Espanha contam já com cerca de 300.000 empresas ligadas ao sector automóvel.
A conferência teve lugar no passado dia 10 de Maio, no Hotel Pestana Palace. Organizada pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola (CCILE), teve como principais oradores Aránnzazu Mur, Directora Económica da Associação Nacional de Fabricantes de Automóveis e Camiões de Espanha (ANFAC) e Balbino Prieto, Presidente do Clube de Investidores e Exportadores de Espanha.

IMG_2808Termina já no dia 29 de Maio o prazo para os mecânicos portugueses se inscreverem no concurso "Mecânico de corridas por um fim-de-semana 2011", promovido pela TRW Automotive Portugal, que oferece uma experiência única, com a equipa da Chevrolet, na prova nacional do WTCC, que se realiza em Julho, no Porto.

Na edição de 2010 desta iniciativa, seis mecânicos europeus e um australiano tiveram a oportunidade de integrar a equipa de assistência técnica da Chevrolet e estar no centro da acção de um dos mais populares campeonatos do mundo da FIA. E a sua contribuição deu frutos, pois a Chevrolet arrecadou uma dupla vitória, em 2010, conquistando os títulos de pilotos e construtores.

O mecânico vencedor em Portugal, José Batista afirmou: "Ganhar o concurso da TRW para ser um mecânico de corridas no WTCC foi uma verdadeira surpresa e uma experiência inesquecível. Os técnicos da equipa foram excelentes e ajudaram-me a aprofundar os meus conhecimentos sobre os procedimentos técnicos da corrida. Embora seja mecânico de profissão, ser mecânico de corridas é uma experiência diferente e realmente estimulante."

O vencedor do concurso integrará a equipa de assistência técnica da Chevrolet durante o fim-de-semana da corrida, terá oportunidade de usar o uniforme da equipa, participar nas reuniões tácticas antes da corrida, realizar as tarefas que lhe forem atribuídas e ser um membro activo da equipa no dia da corrida.

 Este prémio único e exclusivo faz parte do acordo que a TRW celebrou com a Fédération Internationale de l'Automobile (FIA), e que designa a TRW como o patrocinador oficial do "Safety Car" do WTCC para a época de 2011. Num acordo de referência, a TRW foi o primeiro patrocinador de sempre do "Safety Car", em 2010.

Em Portugal, a TRW Automotive Portugal realiza o concurso "Mecânico de corridas por um fim-de-semana 2011" de 15 de Abril a 29 de Maio. Durante esse período, os mecânicos portugueses podem registar-se em www.trwaftermarket.com/wtcc e habilitarem-se a ganhar a experiência da sua vida. Este ano, a prova nacional do WTCC realiza-se no fim-de-semana de 2 e 3 de Julho, no Circuito da Boavista, no Porto.

O regulamento do concurso realizado em Portugal pode ser consultado em: www.trwaftermarket.com/wtcc.

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