"Sempre acompanhamos a evolução do mercado"

A DMS Trucks é uma empresa que se dedica principalmente ao comércio de peças (novas e usadas) para veículos pesados, bem como à sua reconstrução.

Desde a sua fundação, em agosto de 2007, a empresa já foi distinguida pelo IAPMEI com o estatuto de PME Excelência seis vezes. “Esta distinção significa que temos vindo a efetuar um bom trabalho, não só em 2017, mas ao longo de todos estes anos. Este bom trabalho tem sido realizado tanto pelos seus gestores como pelos seus colaboradores”, afirma Miguel Susano, gerente da empresa.

Como descreve o atual panorama nacional no setor do comércio de peças para veículos pesados?
Neste momento, encontra-se bem. Sempre que a conjuntura económica do país se encontra bem, a nossa atividade reflete essa situação.

O que distingue a cultura da DMS Trucks e que pode ser uma mais-valia para colaboradores, clientes e mercado em geral?
Procuramos estar sempre atentos e atualizados em relação às necessidades do mercado, rapidez e eficácia nos trabalhos efetuados. Em relação aos colaboradores, criamos condições de trabalho e damos formação contínua o mais adequada possível às necessidades da nossa área de trabalho, de forma a que se sintam motivados e criando um bom ambiente.

Que produtos são comercializados pela DMS Trucks?
Todo o tipo de peças novas, usadas ou recondicionadas para viaturas pesadas. Principalmente, componentes de transmissão, caixas de velocidade, motores, diferenciais, cabines e material de carroçaria.

Sendo um especialista na reconstrução de caixas de velocidade para veículos pesados, como vê o futuro deste negócio?
Será muito difícil no nosso país (e mesmo na Europa) poder haver um aumento considerável de crescimento nesta área, por vários motivos. Entre eles, a saturação do mercado e, também, um considerável crescimento do mercado de veículos novos, que impedem que o dos usados se possa desenvolver.

De que modo os contratos de manutenção das marcas oficiais estão a influenciar a venda de peças aftermarket para veículos pesados?
Estão a influenciar muito, sem dúvida. Mas vamos ver até quando as marcas conseguirão aguentar esta política de contratos. Hoje, já se está a sentir uma forte quebra de objetivos de vendas de peças novas por parte dos fabricantes. E, agora, coloca-se a questão: o que se vai fazer com os veículos no fim do contrato? Pois ninguém vai optar pela compra de um camião usado podendo ter um novo com excelentes condições de aquisição (aluguer). As exportações destes veículos também estão a ser bastante restringida por países que, noutra altura, eram grandes consumidores de camiões usados. Enfim, vamos ter de esperar para ver o que vai acontecer.

Como descreve os colaboradores que compõem a vossa equipa?
A nossa equipa é composta por elementos com a devida formação, eficientes e com espírito de responsabilidade.

Quais são as suas preocupações relativamente ao futuro da sua área de negócio?
Estou tranquilo. Estamos atentos ao mercado e tentamos acompanhar a sua evolução e as suas necessidades.

Quais as expectativas de crescimento da empresa para este ano?
Não esperamos crescimento. Ou, se ele existir, será insignificante. Acredito que apesar da falta de perspetiva de grandes crescimentos, será um ano favorável em termos de negócio.

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