expoMECÂNICA debate fim do Diesel e tendências de combustíveis

Com 254 empresas e entidades expositoras (mais 13% do que na edição recordista do ano transato) e cerca de 18 mil visitantes profissionais esperados (crescimento de 5%), a 6.ª edição da expoMECÂNICA "arregaça mangas" para os negócios e, durante três dias, reflete sobre os futuros impactos tecnológicos num mercado que vale mais de 31 mil milhões de euros no nosso país.

O presente posiciona a expoMECÂNICA - Salão de Equipamentos, Serviços e Peças Auto como a feira de referência do pós-venda automóvel português. Mas, desta sexta-feira a domingo, na EXPONOR – Feira Internacional do Porto, é do futuro do setor que tratam as várias das iniciativas do certame.

As mais recentes tendências no consumo de combustíveis no mercado automóvel português, a adaptação das oficinas nacionais aos veículos elétricos e híbridos e, também, a forma como a tecnologia ADAS (Sistemas Avançados de Assistência ao Condutor) está a revolucionar o segmento da reparação – são temáticas que surgirão durante o 15.º Encontro Nacional da ANECRA, que ocupará o Auditório da Associação Empresarial de Portugal, no sábado (dia 4 de maio), às 9h45.

No dia seguinte, domingo, igualmente inserido no programa de atividades paralelas da expoMECÂNICA, é o anunciado fim do Diesel como energia propulsora automóvel na Europa a centrar o debate. Será manifestamente exagerado ou, de facto, estaremos perante o virar da ampulheta?

À pergunta de partida tentará um trio de especialistas dar respostas conclusivas, às 11 horas, no painel final do “Plateau TV”, iniciativa organizada pelo Jornal das Oficinas dentro da própria exposição. Pode consultar todos os pormenores aqui

O anúncio do abandono dos motores a gasóleo por parte de alguns construtores de automóveis mundiais, a alteração da legislação para medição dos gases de escape e as restrições de acesso de veículos a gasóleo em algumas cidades europeias alimentam as indefinições e a certeza de que o Diesel vive, de facto, um período de grande preocupação.

E, como se tal não bastasse, os hábitos e a perceção das novas gerações levantam sérias incertezas sobre o papel do carro (que carro?) nas grandes metrópoles.

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